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Conselhos úteis
Como posso motivar o meu filho para a leitura?
Ansiedade de Separação
Deixou de conseguir aceder aos dados pessoais?
Problemas a visualizar a página pessoal do aluno
O que fazer à "comida voadora"?
Independência e Birras
Como posso disciplinar o meu filho?
Como deixar o filho na creche sem lágrimas...
Actividade estruturadas ou brincadeira livre?
Não consigo fazer com que o meu filho lave os dentes… Como o posso fazer?
A importância de saber chegar a casa
O meu filho é egoísta!
Mãe, vamos brincar?
O Ursinho de estimação
A Importância da música e os bebés
Sinto-me culpada. Sou má mãe?
Brincar é Essencial!
O Sono do seu filho.
Conheça os conselhos para algumas doenças comuns como a varicela, sarampo, escarlatina, etc.
Lavar os dentes
Doutor, o meu filho não quer comer!
Como dar banho ao bebé
A primeira papa
Como posso motivar o meu filho para a leitura?
Pode fazê-lo melhor tendo em atenção a sua capacidade de concentração, interesses e capacidades. Muitos adultos fazem o erro de dar às crianças livros demasiado difíceis para que os possam ver independentemente, muito menos numa sessão de leitura de 15 minutos. Dê mais importância ao interesse do seu filho do que à idade recomendada pelos livros. Há crianças que adoram histórias de encantar, enquanto outros gostam de livros mais realistas; uns preferem livros sobre crianças e outros sobre animais que se comportam como crianças.
Exponha o seu filho a diversos de géneros literários, mas quando encontrar um que lhe prende a atenção e aposte nesse. Visite uma biblioteca pública e descubra que livros o seu filho prefere; Leia-os vezes sem conta; Visite uma livraria e deixe-o escolher um livro; dê vida aos personagens quando lhe ler em voz alta, usando diferentes vozes e gestos. Se o seu filho não responder a perguntas sobre o que estiveram a ler, não insista e tente um nvo assunto ou tipo de livro da próxima vez.
Por Ellaine McEwan-Adkins, consultora educacional
Ansiedade de Separação
Deixou de conseguir aceder aos dados pessoais?
Com a nova versão do Explorer deve carregar no símbolo de uma folha verde rasgada que se encontra no lado direito da barra do endereço do site para que a página d'O Parque seja apresentada com todas as suas funções.
Problemas a visualizar a página pessoal do aluno
Os pais que, ao tentarem visualizar a página pessoal do seu filho, lhes dê o erro com a mensagem "expand" devem fazer o download do firefox (www.mozzila.com) e aceder ao site através deste browser.
O que fazer à "comida voadora"?
Não está sozinha: esta é uma queixa comum entre os pais de crianças nesta idade. A principal tarefa do seu filho é testar os limites; a sua é defini-los. Nesta idade as crianças repetem comportamentos de forma a entenderem as regras. Eles pensam: “eu atirei a comida ao chão e a mãe gritou. Mas vai sempre gritar? Deixa-me tentar outra vez para ver se ela responde da mesma maneira.”
Vai ter que repetir as regras muitas vezes, até que o seu filho absorva a informação e aprenda a entender-se com os outros. É provavel que que ele a vá testando até que as respostas façam sentid para ele.
Pode usar várias estratégias para acabar com a comida “voadora”: para reduzir o divertimento, pode dar-lhe apenas quantidades reduzidas de cada vez; para diminuir os entornanços dê-lhe as bebidas em copos com tampa, ou dar-lhe apenas o copo enquanto bebe; quando começar a atirar a comida para o chão é altura de acabar a refeição. Limpe a mesa e tire o seu filho da cadeira. Pode dizer-lhe: “a comida é para comer e não para brincar. Não deves ter fome, por isso vamos arrumar o almoço.” Não deve alimentá-lo até à refeição seguinte.
Não deve reajustar o horário das suas refeições, mas pode ajudar dar de comer ao seu filho só quando ele tem fome.
Por T. Berry Brazelton, pediatra
Independência e Birras
Quando o seu filho perceber que é uma pessoa independente da mãe vai querer começar a fazer tudo sozinho.
Embora deixá-lo fazer as coisas sozinho possa demorar muito mais tempo, a longo prazo isso será uma grande satisfação para o seu filho. Ele pode ter que ir para a Escola ou você pode estar novamente grávida - e nem sempre há alguém para ajudar.
A independência também é importante para o desenvolvimento emocional do seu filho; ganhar um forte sentido de si próprio por conseguir fazer coisas sozinho é óptimo para a auto-estima dele.
Dar apoio:
Apesar do seu desejo de independência, o seu filho ainda precisa muito de si. De facto, o seu apoio é agora mais importante do que nunca - o seu filho pode querer ser autónomo mas ainda está a testar as capacidades dele e vai precisar muito de apoio. Encoraje-o e elogie-o para o motivar. Ele vai adorar exibir as suas proezas, por isso prepare-se para passar muito tempo a ver e a aplaudir.
Como ajudar:
Permitir ao seu filho fazer coisas que já sabe que ele não consegue fazer sozinho e depois intervir e fazer as coisas por ele, vai deixá-lo furioso e chorar. Em vez disso, intervenha mas sempre procurando fazê-lo sentir que conseguiu fazer tudo sozinho.
Como posso disciplinar o meu filho?
O seu filho precisa de aprender como se dar com os outros em segurança. Ele é um estudante atento, mas as mais importantes lições – partilha, paciência, cooperação e precaução – vão demorar uns anos a aprender. Como seu principal professor, o seu trabalho é repetir as lições com consistência, paciência e compaixão.
A consistência é especialmente importante para as crianças entre os 12 meses e os 2 anos. Se ontem não podia mexer no computador da mãe, hoje também não. E não se preocupe em repetir a mesma coisas vezes sem conta – nesta idade, uma criança pode ouvir a mesma coisa centenas de vezes (literalmente!) até guardar a mensagem.
Quando ele se porta mal, não é preciso um discurso... Um não firme, com uma pequena explicação – “podes magoar-te” ou “isso não é um brinquedo” – acompanhado de uma sugestão para nova brincadeira, resulta a maior parte das vezes (as crianças desta idade têm períodos de atenção curtos, devendo ficar felizes com a nova brincadeira).
Por pior que o seu filho se porte, bater não deve ser uma opção, pois esse comportamento ensina-os a terem medo dos pais. E mesmo que não queira magoar o seu filho, é fácil perder a calma.
Disciplina não tem que ser um conceito negativo: elogie o seu filho quando o “apanhar” a portar-se bem (a partilhar um brinquedo, ou a arrumar o que desarrumou, por exemplo). Assim, ele vai aprender que não tem que se portar mal para ter a sua atenção.
Finalmente, facilite ao seu filho fazer a coisa certa. Tente pô-lo em situações às quais ele não saiba reagir. Por exemplo, não o leve às para um dia de compras se ele está cansado e com fome; não o rodeie de coisas em que ele não está autorizado a mexer. Se o mundo dele estiver cheio de tentações, você vai passar o dia a dizer “não” – tente maximizar as oportunidades para ele brincar e explorar sem que arrane sarilhos...
* por Sandy Bailor, especialista em familia e desenvolvimento humano, Montana, E.U.A.
Como deixar o filho na creche sem lágrimas...
Enquanto deixar uma criança na creche é rápido e fácil para muitos pais, outros enfrentam todos os dias situações de lágrimas e ansiedade. Nestes casos, os pais que trabalham podem chegar ao escritório atrasados e stressados.
Aqui ficam alguns passos para ajudar a melhorar o processo para pais e filhos:
- Não deixe o seu filho e desapareça. Quando as crianças estão a choramingar, os pais podem ser tentados a ir embora disfarçadamente. Nunca faça isto, diz Harvey Karp, professor assistente de pediatria na Universidade da Califórnia, Los Angeles, e autor do livro “The happiest Toddler on the Block” (Bantam, 2005). “É sempre melhor anunciar que se vai embora. Sair à socapa faz as crianças sentirem que foram abandonadas.” Fique até o seu filho estar à vontade ou envolvido com os amigos ou numa actividade, mas nunca mais do que 10 a 15 minutos, diz Linda Mason, Presidente e fundadora da Bringht Horizons Family Solutions, uma cadeia de creches sediada no Massachussets.
- Não faça do seu filho “boomerang”. Não volte a trás depois de o deixar, diz Ms. Murkoff. “Não quer que o seu filho pense que se chorar mais, você fica mais tempo”. Se é você que fica ansiosa por estar separada dele, telefone para a creche quando chegar ao trabalho, para se assegurar que o seu filho está bem.
- Estabeleça uma rotina. Crie uma “ponte” entre casa e a creche. Esta transição pode ajudar o seu filho a fazer a diferença entre a mnahã consigo e o dia na creche. Pode falar do que ele vai fazer na creche nesse dia, envolver a professora neste processo ou criar um ritual relaxante, diz Ms. Mason. Pode ainda seguir uma sequência quando chegam à escola, como por exemplo, ir até ao cacifo do seu filho guardar as coisas, ler-lhe uma pequena história e/ou mostrar-lhe no relógio a que horas voltará. A rotina que funciona melhor depende da criança, mas a chave do sucesso é ser consistente. Deixar o objecto de conforto da criança (o boneco que mais gosta, a fralda, o ó-ó) pode ajudar muito – lembre a criança disso quando se despedir.
- Seja positiva! As crianças, mesmo as mais pequenas, têm os radares bem alertas – eles apanham todos os sinais dos pais. As atitudes dos pais podem influenciar a dos filhos, por isso se um adulto fica triste ou ansioso em relação a deixar o filho na creche, ele vai perceber isso. Conheça os professores e outras crianças da creche: se pensar na creche como uma comunidade sua, os mais pequenos vão ver que valoriza as pessoas com quem ele passa o dia.
- Não se preocupe muito com as lágrimas. Às vezes o choro das crianças é só de protesto. Não tem que se preocupar se recuperarem em poucos minutos. “As crianças sabem como criar sentimento de culpa”, diz Ms. Murkoff. Se eles estiverem contentes quando aparece para os ir buscar, pode trabalhar descansada.
- Peça ajuda externa. Pode pedir à professora que envolva imediatamente o seu filho nalguma actividade, ou que lhe pegue ao colo enquanto se vai embora. Se as despedidas matinais não melhorarem, peça ajuda ao seu marido, nem que seja por pouco tempo. “As crianças são mais dramáticas com o progenitor mais facilmente manipulável”, explica Ms. Murkoff.
*por Lauren Baier Kim, www.careerjournal.com
Actividade estruturadas ou brincadeira livre?
Esta pergunta é o mesmo que perguntar como é que você aprende melhor: através de instruções directas ou da sua exploração individual. O mais provável é responder que as 2 formas são importantes... Pois o mesmo se aplica aos bebés. Tanto as actividades estruturadas como as brincadeiras livres contribuem significativamente – e de forma diferente – para o desenvolvimento do seu filho.
Actividades estruturadas ajudam a dar a conhecer novas ideias. Mostrar a um bebé como se deve empilhar brinquedos (os anéis são um óptimo exemplo) pode ensiná-lo os conceitos de maior e menor, assim como de sequência. Mas para dominar esses conceitos, o seu bebé precisa de explorar o que acontece quando experimenta diferentes combinações – a criança beneficia ao observá-lo e a experimentar por ela própria.
No longo prazo as crianças têm muitas oportunidades para brincar e os adultos não se envolvem muito. Apesar de mostrar novas ideias e conceitos ao seu filho, deve ser ele a decidir o que fazer com essa informação. Por exemplo, os anéis de empilhar podem ser usados como donuts com as bonecas, ou como carga num camião. As crianças usam as brincadeiras para ajudá-las a entender melhor os conceitos que acham interessantes e são os melhores juízes para saber como brincar.
* por Judith Hudson, professora universitária de psicologia em New Jersey, E.U.A.
Não consigo fazer com que o meu filho lave os dentes… Como o posso fazer?
Na verdade, o seu filho tem cada vez mais dentes e come cada vez mais alimentos (incluindo doces) que podem ficar presos entre esses dentes. Uma escovagem regular é cada vez mais importante.
Algumas ideias para controlar o problema:
- As crianças adoram imitar tudo o que os pais fazem, por isso vale a pena tentar que lavar os dentes seja uma delas. Comece por comprar escovas parecidas e com a mesma cor. - Sente-se com ele no chão da casa de banho para que ele consiga ver o que você faz e tente que ele o imite. Cada vez que o seu filho puser a escova na boca ganha o direito de cuspir (para um sítio apropriado, claro!), que é para ele a parte mais divertida de todo este processo.
- Deixe-o lavar os seus dentes e faça um jogo disso – de cada vez que ele lavar os seus, você pode lavar os dele! Se este truque funcionar, siga para o próximo passo: deixe-o lavar os seus dentes enquanto aproveita para lavar bem os dele. Se isto não funcionar lembre-se que não deve insistir – não há maneira de forçar uma escova de dentes para dentro da boca do seu filho sem o magoar ou o assustar.
Outros truques:
- Ponha-o em frente ao espelho enquanto lava os dentes. Conte os seus dentes e os dele e toque cada dente com a escova, de forma a deixar um pouco de pasta de dentes em cada um (consulte o pediatra para saber que pasta deve usar). - Deixe-o usar a pasta de dentes para crianças que ele quiser (dentro das autorizadas), o que pode ter mais a ver com a embalagem... Não se esqueça de a guardar num sítio seguro.
- Pode ajudar dar um nome a cada dente, para que não deixe nenhum dente por lavar. Este truque ajuda a desenvolver o sentido de justiça ao mesmo tempo que ajuda a manter a boca aberta.
Qualquer que seja o “truque” usado não assuma que vai ser fácil e não espere a perfeição. Poucas crianças são constantes na cooperação para lavar os dentes. E mesmo que o seu filho goste de lavar os dentes lembre-se que ele não tem ainda desenvoltura para fazer um bom trabalho, por isso vá intercalando as suas lavagens com as dele.
Por Penelope Leach, Psicóloga Infantil
A importância de saber chegar a casa
Mário Cordeiro, pediatra, disse na semana passada numa conferência organizada pelo Departamento de Assuntos Sociais e Culturais da Câmara Municipal de Oeiras, que muitas birras e até problemas mais graves poderiam ser evitados se os pais conseguissem largar tudo quando chegam a casa para se dedicarem inteiramente aos seus filhos durante dez minutos.
"Ao fim do dia os filhos têm tantas saudades dos pais e têm uma expectativa tão grande em relação ao momento da sua chegada a casa que bastava chegar, largar a pasta e o telemóvel e ficar exclusivamente disponível para eles, para os saciar. Passados dez minutos eles próprios deixam os pais naturalmente e voltam para as suas brincadeiras."
Estes dez minutos de atenção exclusiva servem para os tranquilizar, para eles sentirem que os pais também morrem de saudades deles e que são uma prioridade absoluta na sua vida. Claro que os dez minutos podem ser estendidos ou até encurtados conforme as circunstância do momento ou de cada dia. A ideia é que haja um tempo suficiente e de grande qualidade para estar com os filhos e dedicar-lhes toda a atenção.
Por incrível que pareça, esta atitude de largar tudo e desligar o telemóvel tem efeitos imediatos e facilmente verificáveis no dia-a-dia.
Todos os pais sabem por experiência própria que o cansaço do fim de dia, os nervos e stress acumulados, e ainda a falta de atenção ou disponibilidade para estar com os filhos, dá origem a uma espiral negativa de sentimentos, impaciências e birras.
Por outras palavras, uma criança que espera pelos pais o dia inteiro e, quando os vê chegar, não os sente disponíveis para ela, acaba fatalmente por chamar a sua atenção da pior forma. Por tudo isto e pelo que fica dito no início sobre a importância fundamental que os pais-homem têm no desenvolvimento dos seus filhos, é bom não perder de vista os timings e perceber que está nas nossas mãos fazer o tempo correr a nosso favor.
in Boletim de Julho da Acreditar
O meu filho é egoísta!
Quando o seu filho se recusa a partilhar o brinquedo preferido (mesmo o menos preferido!), ele não está a ser egoísta, mas a agir de acordo com a idade. Partilhar é uma capacidade que demora vários anos a desenvolver. Até lá, lutas pelos brinquedos serão uma coisa normal. Pode não ser divertido ver o seu filho agarrar num brinquedo e gritar “É MEU!”, mas se estiver a brincar com crianças da mesma idade pode ter a certeza que não será o único!
As crianças aprendem por imitação, por isso aproveite todas as oportunidades de mostrar ao seu filho como se deve partilhar as coisas. Partilhe coisas suas, momentos seus – façam um bolo juntos e deixe-o participar. Ao mesmo tempo que o faz, use a palavra “partilhar/emprestar” e quando ele lhe emprestar algo, mostre-se muito contente. Pouco a pouco ele vai interiorizando a mensagem e começa a gostar de fazer os pais felizes. Com o tempo, a criança partilhará as suas coisas de forma natural.
O que as crianças entre os 12 e os 24 meses fazem muito é mostrar um objecto a alguém e deixar que essa pessoa o manipule, sem na realidade o emprestarem porque não se afastam dele. Apesar de isto não parecer muito importante, é um grande passo no processo de aprender a partilhar, por isso incentive-o a fazê-lo. Pode dizer “Que simpático mostrares o telefone ao João” e mais tarde, quando ele estiver a brincar com outra coisa, pode sugerir que ele passe o telefone ao amigo e gabá-lo por isso. A outra criança querer o brinquedo ou não é irrelevante – o que é importante é praticar o acto de emprestar e ser aplaudido por isso.
Uma maneira de evitar birras é deixar o seu filho esconder alguns dos seus brinquedos preferidos antes dos amigos chegarem. Explique-lhe que não precisa de emprestar esses brinquedos e guarde-os, mas certifique-se que o seu filho entendeu que os brinquedos que ficam são de todos. Se ele não quiser esconder nenhum brinquedo mas você souber que ele não o vai emprestar, pode ser boa ideia comprar outro igual (se não for caro).
Se os brinquedos forem apenas uma fonte de problemas, tente pô-los a fazer um projecto juntos – fazer desenhos, brincar com plasticina, etc. Assim, podem estar todos envolvidos na mesma brincadeira sem terem que partilhar objectos.
Nunca deve castigar uma criança por não partilhar, especialmente em crianças de 1 e 2 anos. Mostre-lhe que fica triste, mas não dê grande importância ao assunto. Algumas destas birras devem mesmo ser ignoradas, de forma a não criar uma luta constante entre pais e filhos. Deixe-o resolver o assunto com as outras crianças – enquanto ele não partilhar os brinquedos, os amigos vão mostrar o quão tristes ficam, e é uma oportunidade para o seu filho aprender que às vezes é difícil ser um bom amigo!
Mãe, vamos brincar?
É importante que o seu filho tenha tempo para estar sozinho consigo, assim como é importante que tenha tempo sozinho com os amigos – ele tira partido de cada situação de modo diferente.
Brincar com outras crianças é uma parte crucial no desenvolvimento de uma criança, já que os ajuda a construir as suas capacidades linguísticas, ensina a cooperar e dá inicio ao pensamento crítico que acontece quando se desafiam entre eles (“Aposto que o próximo bloco que puseres vai fazer com que a torre caia!”)
Interagir consigo, no entanto, é inestimável: esse tempo que passam juntos oferece oportunidades excelentes para aprenderem um sobre o outro, ao mesmo tempo que consolidam o laço entre os dois.
Consigo, o seu filho vai estar no seu melhor porque está a brincar com alguém a quem se sente muito ligado e que ele sabe que gosta muito dele. Quando entrar no seu mundo, repare como ele experimenta mais coisas e se exprime com conforto e facilidade crescentes. Lembre-se também que a atenção que lhe dedica nestes momentos de brincadeira são a base do desenvolvimento da sua auto-estima. Por exemplo, quando entra nas brincadeiras do “faz de conta”, está a mostrar-lhe que aceita o mundo imaginário dele e que uma coisa interessante para ele é importante e divertida para si.
Enquanto brinca com o seu filho pode aproveitar e ensiná-lo como se deve comportar no mundo real. Por exemplo, ao esperar que ele se sirva de chá antes de você começar a beber o seu, está a educá-lo a estar à mesa. Se falar com os seus amigos imaginários e esperar que eles lhe respondam antes de continuar a conversa, está a introduzir o conceito de dar a vez. Durante uma conversa na brincadeira do chá, a linguagem que utiliza é rica em novas palavras que o seu filho pode experimentar consigo e com os amigos.
Lembre-se que pode “brincar” com o seu filho de muitas formas diferentes: lerem juntos, passear ou partilhar uma refeição especial. Este valioso tempo que passam juntos ajuda-os a aprenderem um sobre o outro e cria óptimas memórias que guardam para o resto das vossas vidas.
O Ursinho de estimação
Para os bebés, não interessa se o ursinho de peluche é feio ou se a fralda que eles mais gostam está velha e suja. Para eles, aquele objecto proporciona-lhe segurança, traz-lhe conforto e ajuda-os a superar a falta da mãe, quando ela está fora. É que para os bebés não é nada fácil encarar essa realidade.
O bebé sente medo de perder a mãe e ter este brinquedinho faz com que ele entre no mundo de fantasia, principalmente quando dorme no quarto sozinho.
A falta "temporária" dos pais, mas principalmente da mãe faz com que a criança elabore inicialmente uma maneira de suportar a ausência que ela sente durante o dia ou à noite, quando tem que dormir.
Muitas crianças ficam em escolas enquanto os seus pais trabalham. Sem muitas opções, elas criam um espaço entre a realidade e a fantasia para aliviar a saudade e ajudá-las a distrair-se.
Há pais que não aprovam esses objectos que o bebé não quer largar nem quando vai dormir. Porém, os especialistas defendem que o seu bebé tem toda a razão: essas preciosidades fazem realmente a diferença na vidinha deles.
A Importância da música e os bebés
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Ainda no útero da mãe o bebé já consegue perceber o que acontece à sua volta. Atento a tudo, o pequeno ser não perde tempo para aprender as novidades que o mundo exterior lhe oferece. Os pais precisam de estimular os sentidos do bebé e auxiliá-lo no processo de amadurecimento. Existem muitos tipos de estímulos que trazem bons resultados, e a música é um deles desde os primeiros meses de vida.
A partir do quinto mês de gestação o feto é capaz de ouvir os sons ainda no útero da mãe. A audição já está desenvolvida e o bebé ouve desde os ruídos produzidos pelo funcionamento do corpo da mãe, como também as vozes, as músicas e os barulhos externos.
Ao nascer, ele já está muito habituado a esses sons todos e principalmente a ouvir músicas. Está provado que as canções de embalar acalmam o bebé e algumas pesquisas dizem que a música pode até contribuir para a recuperação dos bebés prematuros.
A música contribui para que a mãe estabeleça uma relação mais estreita com o seu filho, enquanto dança com ele ou canta para o adormecer.
Por isso, em vez de colocar o bebé em frente da televisão para ele se distrair, prefira dar-lhe brinquedos que produzam música, como por exemplo um tambor, um piano ou qualquer outro instrumento musical.
Divirta-se com seu filho! Deixe-o brincar à vontade, fazendo a sua própria música. Dance com o seu bebé com as vossas músicas preferidas, brinque com ele e tenha sempre a música no ar para que o pequeno cresça habituado à música!
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Sinto-me culpada. Sou má mãe?
Sinte-se culpada por não ser você a tomar conta do seu filho? Não se preocupe! Esse sentimento é natural.
A culpa assalta os pais muitas vezes quando entregam os cuidados do seu bebé a uma terceira pessoa ou o inscrevem numa creche, seja por uma hora, um dia ou 40 horas por semana. Pode pensar que está a abandonar as suas responsabilidades, ou pior, a abandonar o seu filho. Não está. Está a fazer o que é preciso para ser a melhor mãe ou pai que pode ser.
Ser uma mãe trabalhadora não faz de si má mãe. Esse sentimento de culpa vai desaparecer com o tempo. O mais importante é encontrar o local ideal para deixar o seu bebé – encontrar a melhor creche/jardim-de-infância vai ajudá-la a superar estes sentimentos mais rapidamente. E vai sentir-se mais segura porque sabe que o seu filho está bem entregue!
Karen Kleiman, Terapeuta. Fundadora e Gestora do Postpartum Stress Center, Filadélfia, E.U.A.
Brincar é Essencial!
Brincar é crucial para o desenvolvimento social, emocional, físico e cognitivo de uma criança. É a forma de aprender sobre o seu corpo e o mundo que o rodeia, e vai utilizar os 5 sentidos para o fazer, especialmente durante o primeiro ano de vida. “O que é que sinto quando toco nisto? O que se ouve quando aperto aqui? O que acontece se puxar isto, gatinhar até ali, subir àquilo?” Explorar é a base de todas as brincadeiras, e na cabeça do seu bebé todas as experiências contam – até atirar a taça dos cereais ao chão! Os experts em desenvolvimento gostam de afirmar que brincar é o trabalho de uma criança (e arrumar e limpar depois parece ser o trabalho dos pais!)
À medida que o seu filho se aproxima dos 12 meses, as brincadeiras tornam-se mais imaginativas e complexas. Ao brincar, ele exercita capacidades e qualidades chave, como independência, criatividade, curiosidade e resolução de problemas. Pode ainda ser um momento importante para explorar sentimentos e valores, assim como desenvolver habilidades sociais. Muito antes de uma criança ser capaz de partilhar um brinquedo com um irmão ou amigo, ela pode fazê-lo a um boneco. Os primeiros “obrigado” e “se faz favor” podem escapar num lanche imaginário. E que pai pode resistir a gastar um penso rápido a primeira vez que o seu filho diz que o seu urso se magoou?
Que tipo de brincadeira é melhor para o meu filho?
O tipo de brincadeira adequada depende do estágio de desenvolvimento da criança. Brincar é a maneira de aprender sobre o mundo que o rodeia, por isso use as capacidades que o seu filho está a “trabalhar” em cada momento para escolher as melhores actividades. Por exemplo, se o bebé tiver 3 meses está a aprender a agarrar objectos – deixe-o brincar com objectos grandes e suaves; se tiver 12 meses está a explorar o fenómeno “causa-efeito” – brinque com ele às escondidas debaixo de mesas e cadeiras.
Aqui ficam algumas ideias de tipos de brincadeiras que o seu filho pode gostar nos diferentes estágios de desenvolvimento, segundo Catherine Marchant, uma terapeuta de brincadeira no Wheelock College de Boston:
Brincadeiras Sociais
Interagir consigo e com outras pessoas é importante durante o primeiro ano de uma criança. Os bebés gostam de sorrir, olhar e rir. Bebés um pouco mais velhos gostam de jogos como o “cu-cu” e o “bicho, bicho, bicho”.
Brincadeiras com Objectos
Tocar, bater, atirar, puxar, pôr na boca são várias formas de experimentar os objectos que os rodeiam que os bebés entre os 4 e os 10 meses adoram.
Brincadeiras Funcionais e Representativas
Fingir que utiliza objectos comuns de forma apropriada – usar um martelo de brincar para “arranjar” os móveis – é divertimento puro para crianças entre os 12 e os 21 meses, quando a imaginação se começa a desenvolver.
Brincadeiras Simbólicas
Este tipo de brincadeira, comum por volta dos 2 anos, cria qualquer coisa do nada – o seu filho pode brincar com uma caixa de sapatos como se fosse um autocarro, imitando os movimentos e ruídos reais.
Brincadeiras do “Faz de Conta”
Por volta dos 30-36 meses, o seu pequeno actor vai começar a ter novos papéis – brincar aos médicos, professores ou às famílias é comum nesta fase.
O Sono do seu filho.
Não se deixe levar pelas experiências que tem dos seus outros filhos, nem por aquelas histórias que as suas amigas contam. Cada criança é um mundo diferente, e o seu comportamento em relação ao sono pode variar.
Conseguir que as crianças descansem bem é importante para o seu desenvolvimento, pois o sono profundo é muito favorável para o organismo estimular o crescimento. Repare que cada criança divide as suas horas de sono de diferentes formas, dependendo da idade: alguns dormem de 3 a 4 vezes durante o dia, outros dormem mais à noite, e há ainda os que preferem dormir enquanto passeiam de carro ou depois de comer.
O seu filho de 18 a 24 meses dorme assim...
No segundo ano de vida, as crianças necessitam de 12 a 14 horas diárias de sono. O ideal é que elas durmam longos períodos durante a noite.
As crianças que estão nesta fase de vida já diferenciam o dia da noite, e aprenderam esta diferença através de diversas actividades diurnas, como o horário das refeições, a hora de ir passear, de tomar banho, da hora de dormir. Portanto, estão já acostumadas aos horários e à rotina da família.
Entretanto, nesta idade apresenta-se um outro tipo de inconveniente, como são os problemas para estabelecer limites do sono, resistindo-se a dormir, além dos famosos pesadelos.
Veja alguns conselhos que podem ajudar o bebé a dormir melhor: - Uma boa rotina para dormir, adequada ao sono do seu bebé, é muito importante. Você pode-lhe cantar, ler histórias, fazer uma massagem, dar um banho, trocar a fralda, colocar o pijama, etc.
- Quando a criança chorar à noite, antes de pegá-la ao colo, veja o que pode estar a acontecer para causar aquele choro, e tente solucionar o problema. Alguns factores que fazem as crianças acordarem durante a noite são: frio, fome, sintomas de algumas doenças, algum incómodo, etc.
- O local em que ele dorme deve ter a temperatura ideal e ser silencioso. Também é aconselhável não ligar a televisão, mas você pode deixar, por exemplo, uma luz fraca acesa durante toda a noite.
- Se o seu bebé acorda muito cedo, procure fazer com que ele se deite para dormir um pouco mais tarde. Você pode entretê-lo com várias brincadeiras.
O tempo que dorme um bebé de 18 a 24 meses... Se você não está certa de qual é o tempo que o seu bebé deve dormir, mostramos a seguir uma média de horas de acordo com a idade do bebé. Mas lembre-se que os números podem variar entre uma e duas horas.
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Bebés |
Os bebés ainda dormem muitas horas durante a noite, enquanto que a necessidade de dormir ao longo do dia diminui. Mas não se descuide. Não há nada mais exaustivo do que um bebé muito cansado. |
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Idade |
18-24 meses |
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Ano |
1 ano |
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Média total de sono |
14 horas |
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Sono total durante a noite
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11,5 horas |
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Sono total durante o dia |
2,5 horas |
Se você mesmo assim tiver muito trabalho em adormecer o seu bebé, consulte um pediatra.
Revisto por Dra. Renata Dejtiar Waksman
Médica pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein, Doutora em Pediatria pela FMUSP, Presidente do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Conheça os conselhos para algumas doenças comuns como a varicela, sarampo, escarlatina, etc.
Clique no site abaixo e conheça algumas das doenças mais comuns como o sarampo, a varicela, a escarlatina, etc.
Conheça melhor as doenças, veja os sintomas, as fotografias e qual o tratamento mais indicado...
http://pediatria.planetaclix.pt/IndiceFram.htm
Lavar os dentes
Para alguns pediatras as crianças devem começar a lavar os dentes logo que estes aparecem, para outros só mais tarde é que as crianças começam a gostar de os lavar e por isso devem nessa altura ser incentivados. Por volta dos 18 meses as crianças começam a imitar os hábitos dos seus irmãos ou pais e assim querem também ter o seu ritual de lavar os dentes. Os pais devem aproveitar essa oportunidade para ir criando hábitos de higiene nos seus filhos. De uma forma lúdica e que dê prazer às crianças ensinamos-lhe estes comportamentos que se vão tornar úteis para a sua saúde. Deve-se limitar o consumo de doces e açúcar pois este é o principal responsável pelas cáries Os dentes devem assim ser lavados depois das refeições e também depois de terem comido algum doce. Mais tarde devem iniciar-se as visitas ao dentista e quando o pediatra indicar devem tomar flúor para ajudar à protecção dos seus dentes.
Doutor, o meu filho não quer comer!
A diminuição do apetite é um fenómeno comum e está ligado ao ritmo de crescimento da criança. Mas, como a alimentação é uma peça-chave para o desenvolvimento do bebé, é perfeitamente normal que os pais lhe dêem uma atenção redobrada. E é assim mesmo que tem que ser!
Porém, muitas vezes, os pais e as mães acabam por confundir o que é uma alimentação equilibrada e nutritiva com comida em excesso e querem que o prato da criança seja cada vez maior. O que é um erro!
A partir do primeiro ano de idade, a maioria dos bebés costuma dar mais trabalho na hora da comida: eles passam a comer em menor quantidade do que antes, o que preocupa muito os seus pais.
Porém, essa diminuição no apetite é normal e existem dois motivos que fazem com que a criança não goste tanto de comer como gostava antes. O primeiro motivo é o ritmo de crescimento.
Crescimento gradual:
Durante os seus primeiros doze meses, o bebé triplica de tamanho e de peso. Para que esse crescimento todo seja possível em tão pouco tempo, o organismo do pequeno pedirá uma grande quantidade de alimentos.
Porém, do primeiro ao quinto ano de idade, a criança apenas duplicará o seu peso e o seu tamanho. Isso quer dizer que o crescimento dela será bem mais gradual. Consequentemente, há uma diminuição proporcional da necessidade de alimentação, o que significa menos quantidade de comida. E é aí que surge a impressão de que antes a criança se alimentava bem e agora não.
Na verdade, o que acontece é que o organismo dela não precisa mais de tanto “combustível" para crescer rapidamente - e por isso o apetite diminui.
Há também uma outra razão para que a criança se torne menos interessada em comida: a descoberta do mundo!
Por volta de 1 ano de idade, ela começa a saborear uma maior "independência": o bebé já anda sozinho e tem vontade de explorar todos os lugares da casa, correr, pular... Além disso, o pequeno está a desenvolver as suas percepções e os dias são repletos de coisas novas.
Nessa altura, para ele, comer significa ter de parar por alguns minutos com todo o seu maravilhoso mundo de descobertas. Por isso, é normal que seu filho queira evitar a hora do almoço ou do jantar.
No entanto, não se preocupe: a criança não ficará com fome! Acredite que quando ela tiver fome, vai parar, comer o suficiente e depois voltar para a sua farra. O bebé não aguentaria estar a brincar com o estômago vazio.
O que você precisa de ter é bastante paciência e disciplinar os horários da sua alimentação.
Não deixe que o pequeno coma guloseimas a toda a hora ou que faça algumas "boquinhas" antes das refeições, pois tudo isso contribuirá para que na hora da comida ele não tenha fome - e lhe dê bastante mais trabalho.
Também não tenha receio: qualquer dúvida, converse com o pediatra. Ele verá se está tudo bem com o organismo do seu filho e se ele está realmente a ter uma alimentação adequada à sua idade e ao seu desenvolvimento. De certeza que você ficará muito mais tranquila!
Como dar banho ao bebé
Os primeiros banhos são sempre momentos de insegurança para as mães. Os bebés parecem frágeis e são tão pequenos que achamos que os vamos deixar escorregar por entre os dedos. Deve-se preparar tudo com antecedência para evitar os imprevistos que nos vão deixar ainda mais ansiosas. Comece por verificar se a água não está muito quente ou fria com a ajuda de um termómetro, prepare o sabonete, a toalha, os cremes de hidratação, as roupas, a fralda. Para dar o banho deve segurá-lo com o seu braço esquerdo, passando-o pelas costas do bebé e agarrando-o debaixo do braço esquerdo dele. Assim a cabeça do bebé fica apoiada no seu antebraço, fazendo com que ele se sinta seguro. Pode assim lavá-lo com a sua mão direita. Deixe-o ficar um bocadinho na água se vir que isso lhe dá prazer. Depois do o retirar enrole-o na toalha e seque-o bem, especialmente nas pregas para o bebé não ficar assado. Dê-lhe uma massagem cm uma loção ou creme apropriado e vista-o com roupas confortáveis para que sinta aconchegado e feliz.
A primeira papa
A primeira papa láctea vem substituir uma refeição só de leite, mas é preciso alguns cuidados para esta transformação na alimentação do bebé. O gosto e a textura diferentes do leite podem levar a rejeitá-la nas primeiras vezes. O importante é ter paciência nas primeiras vezes e não forçar o bebé a comer aquilo que espera que ele coma. Deixe que se vá habituando à colher e que experimente os novos sabores das papas. As primeiras costumam ser à base de frutas. Estas papas são normalmente com um sabor doce o que leva o bebe a aceitá-las bem. Comece por lhe dar uma pequena quantidade que vai aumentando à medida que o bebe se habitua a esta nova refeição. No início deverá completar a refeição com leite, mais tarde a quantidade de papa será suficiente para o bebe ficar satisfeito.
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