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Notícias
Crianças comem mais em grupo
As crianças tendem a ingerir maiores quantidades quando estão em grupo do que quando comem sozinhas ou em grupos de poucas pessoas. A conclusão é de um grupo de investigadores da Universidade do Michigan, que avaliou os hábitos e ritmos alimentares de 54 crianças entre os 2 e os 6 anos. As crianças foram colocadas em grupos de 3 e de 9 e todas receberam o mesmo lanche. Os cientistas concluíram que as crianças inseridas nos grupos maiores comeram mais 30% do que os companheiros dos grupos mais pequenos. Um comportamento que dizem ser comum entre os adultos e outros animais. A socialização e o facto de ver os outros a comer estimulam a ingestão de alimentos. Os responsáveis aconselham, por isso, os pais das crianças que comem pouco a proporcionar-lhes refeições em grupo. in Revista Pais & Filhos, Abril 2007, pág. 102
Despiste de alergias
Os colégios O Parque associaram-se à Infantasma (www.infantasma.com) de forma a analizar e monitorizar a qualidade do ar dos colégios. A partir de Abril vamos também iniciar o despiste de possíveis alergias nas crianças.Trata-se de uma iniciativa da Infantasma para identificação e protecção dos alunos alérgicos nas escolas, com o objectivo de responder a todas as situações que possam desencadear uma situação de “urgência alergológica”, nomeadamente: Alergia Alimentar, Medicamentosa, Venenos e Crises de Asma.
Precisa de ajuda com os seus filhos? Nanny Portugal é a resposta!
A escolha de uma nanny é um trabalho exaustivo.Afinal estamos a tomar uma decisão de encontrar alguém que tome conta dos nossos filhos! Enquanto cada criança tem as suas diferenças e requer diferentes esforços das suas nannies, as bases fundamentais para garantir a paz de espírito dos pais nunca mudam.
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1ª Comunhão dos alunos do 3º Ano

Esta foi a 1ª (de muitas) Primeira Comunhão realizada por alunos d'O Parque. Queremos agradecer a todos os pais e crianças que estiveram envolvidas nesta celebração. E Parabéns a estes alunos!
Centro Brazelton.
Centro Brazelton vai ensinar pais a conhecer os seus bebés 5 Abril 2004
O «pai da pediatria moderna», que é como quem diz, Berry Brazelton, está mais uma vez entre nós. Agora, com uma missão muito concreta: inaugurar o Centro Brazelton, que hoje vai abrir as portas no Hospital de Santa Maria, em Lisboa.
Trata-se de um centro de formação pioneiro em Portugal - e o primeiro localizado fora dos Estados Unidos, onde existem mais de cem. O objectivo deste espaço é difundir um inovador modelo de pediatria que vai muito para além do simples diagnóstico de doenças. Baseia-se, isso sim, na «exploração» da relação entre médicos, pais e bebés.
Tal como disse ao DN o pediatra João Gomes Pedro, director do Serviço de pediatria do Hospital de Santa Maria, este local «será um polo de treino clínico e de formação nas áreas vitais que foram criadas pelo professor Brazelton».
Este especialista, de renome internacional, defende que, mais do que saber diagnosticar doenças, os pediatras dos nossos dias têm de estar atentos na observação da criança no seu todo - a sua psicologia e as suas motivações. Aprender a observar a criança, é pois o grande desafio que se coloca quer aos profissionais de saúde infantil quer aos próprios pais, que segundo Brazelton «não devem ter medo de errar», uma vez que será a própria criança a dizer quando se está a lidar com ela da forma certa ou errada.
Diário de Notícias
Amamentação não torna os bebés mais inteligentes.
in Portugal Diário, 4 Outubro 2006
Um novo estudo científico britânico considera um mito a ideia de que a amamentação, por si só, torne as crianças mais inteligentes e realça antes a influência da família e do meio social. «Embora a amamentação tenha muitas vantagens para a criança e a mãe, exerce pouco ou nenhum efeito na inteligência», afirmam os investigadores na edição desta semana da revista British Medical Journal.
A ideia de que o aleitamento materno aumentava o coeficiente de inteligência (QI) das crianças surgiu nas revistas científicas em 1929, quando foi descoberta uma ligação entre os dois factores, e tem sido motivo de polémica desde então. Mas segundo o novo estudo, realizado por médicos do Conselho de Investigação Médica (MRC) britânico e da Universidade de Edimburgo (Escócia), um eventual aumento do QI resultaria, não da aleitação materna, mas do perfil sociológico das mães que amamentam e do ambiente familiar.
No seu trabalho, os investigadores constataram que as mães que amamentam tendem a pertencer a meios sociais mais favorecidos e educados, onde a inteligência das crianças é mais estimulada. O método usado baseou-se em estudos comparativos feitos com duas crianças de uma mesma família, um amamentado e o outro não. Os dados foram recolhidos nos Estados Unidos e envolveram 5.475 crianças, nascidas entre 1979 e 1994, e 3.161 mães. «Foi a melhor forma de obter resultados que não fossem afectados pela vari ável familiar, e concluímos que a criança amamentada não era mais inteligente», afirmou Goeff Der, o estatístico que dirigiu o inquérito.
Creche O Parque na Assembleia da República
UE com 26 milhões de crianças gordas em 2010
in Portugal Diário, 6 Março 2006
As crianças vão engordar cada vez mais. Pelo menos até 2010. As taxas de obesidade infantil vão crescer drasticamente até essa data em quase todo o mundo, o que irá contribuir também para o aumento do risco de diabetes entre os mais jovens, avança hoje um estudo. A notícia é avançada pela Agência Lusa.
Em 2010, cerca de 26 milhões de jovens da União Europeia deverão sofrer de excesso de peso ou obesidade e o estudo aponta ainda para a possibilidade de 20 mil jovens desenvolverem diabetes tipo 2.
O trabalho divulgado pelo Jornal Internacional de Obesidade Pediátrica revela também que cerca de um milhão de crianças, terão sinais de pressão arterial alta e níveis elevados de colesterol, indicadores precoces de doenças cardiovasculares.
O estudo prevê que a proporção de crianças afectadas pela obesidade poderá duplicar na Europa e no Médio Oriente até ao final da década, enquanto no continente americano o aumento deverá situar-se nos 15,2 por cento.
«Temos um nova epidemia global que parece que afectará a maioria dos países do mundo», afirmou Philipe James, presidente da Missão Internacional contra a Obesidade.
Os investigadores analisaram relatórios de 1980 até 2005 bem como dados da Organização Mundial de Saúde e concluíram que a prevalência do excesso de peso na infância aumentou em quase todos os países do mundo.
A análise destes documentos indica ainda uma tendência para a obesidade ou excesso de peso nas populações em idade escolar em 25 países e na idade pré-escolar em 42 países.
Segundo dados da Comissão Europeia divulgados em 2005, Portugal está entre os países europeus com maior número de crianças com excesso de peso, assim como Malta, Espanha e Itália.
Nestes quatro países, as taxas de sobrepeso e de obesidade excedem os 30 por cento nas crianças com idades entre os sete e os 11 anos.
As mesmas taxas ultrapassam os 20 por cento, naquela fasquia etária, no Reino Unido, Irlanda, Suécia e Grécia, situando-se entre os 10 e 20 por cento em França, Suíça, Polónia, República Checa, Hungria, Alemanha, Dinamarca, Holanda e Bulgária
Problemas Respiratórios?
A fisioterapeuta Mariana Ventura é especializada no tratamento de crianças com problemas respiratórios:
- infecções respiratórias minor,
- drenagem de secrecções,
- bronquiolites,
- pneumonias,
- asma,
- fibrose quistica,
- pré e pós operatórios.
Trata ainda qualquer outra condição na área pediátrica:
- Torcicolis congénitos
- Plexos Braqueais
- Pé Boto
- Massagem de estimulação
- Massagem no bebé
Mariana Ventura
Cinesioterapia Respiratoria
Horario Habitual: 8h00 - 20h00 (pode haver flexibilidade)
Infantários sem eira nem beira
Expresso, 7 de Setembro de 2002
Em Portugal, onde o número de mães trabalhadoras é dos mais elevados da União Europeia, a rede de apoio à primeira infância deixa muito a desejar. Colocar o bebé numa creche com qualidade é um quebra-cabeças. Entre os três e os seis anos a oferta é mais diversificada, mas a rede pública ainda está longe de corresponder às necessidades da maioria das famílias. Os estabelecimentos privados praticam horários mais prolongados, mas descuram muitas vezes a vertente pedagógica
«Ter um filho numa boa creche ou num jardim-de-infância que ofereça garantias de um desenvolvimento harmonioso e equilibrado não é tarefa fácil. A maioria dos estabelecimentos não é minimamente aceitável e os que o são têm listas de espera completamente absurdas», queixa-se Maria de Fátima, 35 anos, que tem três filhos de tenra idade. O Francisco, com cinco anos, e o Manuel, com três, estão num jardim de infância dos arredores de Lisboa, onde a família reside.
A Madalena, com nove meses, veio complicar a vida do casal: apesar de ter sido inscrita numa creche muito antes de nascer, não encontrou colocação atempada. A bebé está temporariamente à guarda de uma ama, sem a qual Maria de Fátima não poderia voltar à vida activa.
Os dados mais recentes do Departamento de Estudos, Prospectiva e Planeamento (DEPP) do Ministério da Segurança Social e do Trabalho, que tutela o apoio à primeira infância, referem-se a 1998. Havia nessa altura em Portugal 1484 creches e 1234 amas licenciadas.
De acordo com o estudo, a grande opção das famílias parece orientar-se para a colocação dos filhos em creches (91%), «onde o convívio com crianças do mesmo grupo etário e a existência de técnicos qualificados favorece o processo de socialização».
A taxa de utilização destes estabelecimentos ronda os 92% a nível nacional (continente). O distrito de Lisboa, com 329 creches a apoiar mais de 10 mil crianças (93,1% de taxa de utilização), supera a média nacional, mas não explica o problema de Maria de Fátima em arranjar uma boa instituição para a filha.
Existindo em Portugal um número de mães trabalhadoras que é dos mais elevados dos países da União Europeia, como explicar que a rede dos serviços de acolhimento de crianças seja tão fraca?
Preços diferentes
A natureza jurídica da entidade detentora da creche dita os preços dos seus serviços. As não lucrativas, geralmente pertencentes a instituições particulares de solidariedade social (IPSS), vivem de acordos de cooperação com os centros regionais de Segurança Social, enquanto as privadas se baseiam em receitas próprias provenientes do pagamento pelos utentes.
Consequentemente, as primeiras praticam preços mais baixos: a comparticipação média nestes casos era de 8200$00 (cerca de 41 euros) em 1998.
As creches privadas podiam atingir valores superiores a 30 mil escudos (cerca de 150 euros), embora a média fosse de 22.700$00 (um pouco mais de 113 euros).
João Pedro, 44 anos, tem os dois filhos - a Carolina e o David - em infantários privados. Explica porquê: «Experimentámos a rede pública, que é gratuita, mas afectava as nossas rotinas laborais. A entrada às 9 horas obrigava-nos a deixar as crianças em casa dos avós. O encerramento às 15 horas era outro quebra-cabeças. Ainda pensámos inscrevê-los num ATL (Centro de Actividades de Tempos Livres), mas na nossa área de residência não existem centros oficiais, o que significava que iríamos pagar quase tanto por aquele período de tempo como um jardim de infância privado. Para mais, as crianças que se encontram nos ATL's têm uma média etária mais elevada».
Em Portugal, a frequência da educação pré-escolar é facultativa. As famílias com crianças entre os três e os seis anos podem optar pela rede pública (estabelecimentos do Ministério da Educação, gratuitos), rede social (estabelecimentos do ensino particular e cooperativo, as IPSS e outras sem fins lucrativos, em que se paga de acordo com o rendimento «per capita» da família) e ensino particular, com um estatuto próprio que lhe permite funcionar de acordo com as regras do mercado.
Independentemente do seu estatuto, o Governo socialista definiu dois grandes objectivos para este sector: garantir maior visibilidade nacional para a importância da educação pré-escolar e criar condições para que 90% das crianças com cinco anos frequentassem este ensino até 1999. O número de crianças inscritas no pré-escolar entre 1995/96 e 1999/2000 subiu de 178.530 para 219.042, mas o segundo objectivo esteve longe de ser cumprido: a taxa de pré-escolarização não passou de 71,2%. Os dados preliminares referentes ao ano lectivo 2000/2001 apontam para nova subida: 224.575 crianças.
Privados dão mais apoio mas ultrapassam limites
A convicção de João Pedro de que os estabelecimentos privados apoiam mais as famílias é reforçada por diversos estudos. Já a vertente pedagógica deixa muito a desejar. O diagnóstico elaborado em 1994 pelo Departamento da Educação Básica Ministério da Educação continua válido.
No conjunto dos jardins de infância estudados existia uma educadora por sala, verificando-se que na maioria das estruturas oficiais e sociais era respeitado o limite máximo de 25 crianças por sala.
Em 30 por cento dos privados havia mais de 25 miúdos, havendo mesmo salas com 36. Muitas vezes, a educadora não tem apoio de qualquer auxiliar de educação, o que é bastante frequente no sector privado.
Tomando em consideração a componente socioeducativa do jardim de infância, salienta-se que «as estruturas privadas estão organizadas de forma significativamente mais compatível com as necessidades das famílias»: o seu horário de funcionamento corresponde em número de horas ao dobro do que se pratica nos estabelecimentos oficiais (o número médio de horas/dia é de 10.8 h para 5.3).
30% das creches abaixo do aceitável
O fornecimento do almoço é assegurado nos privados, enquanto nos estabelecimentos oficiais se limita a um número escasso de instituições. O relatório da Inspecção-Geral da Educação (IGE) referente à situação do ensino pré-escolar durante o ano lectivo 1999/2000 corrobora muitas destas conclusões.
A Avaliação Integrada das Escolas referente ao ano lectivo 2000/2001 conclui que na área de expressão e comunicação e na de conhecimento do mundo - matérias curriculares - o desempenho de 30% dos jardins de infância está «abaixo de aceitável». Os pontos fortes dizem respeito à organização do espaço, à formação pessoal e social e à interacção com o meio.
O relatório avança que «21,3% das crianças necessitariam que lhes fossem proporcionadas mais e melhores experiências de aprendizagem, de modo a terem condições para obterem sucesso na etapa seguinte».
João Morgado, da Deco, salienta o carácter anónimo da maioria das denúncias referentes a creches e infantários. «Os pais referem a falta de alternativas ao estabelecimento em questão», explica. Grande parte das queixas dizem respeito a instalações clandestinas em regime de sobrelotação, questões contratuais e à alimentação fornecida às crianças.
Mas a lista de problemas é bastante mais extensa: um estudo da Deco realizado há um ano constatou que muitas estruturas carecem das indispensáveis condições de segurança e salubridade. No capítulo da prestação de serviços, as deficiências apontadas referem pessoal em número insuficiente e excesso de crianças por sala.
Creches e jardins de infância: mudar é urgente
Revista Pro Teste n.º 216, Outubro de 2001
Crianças em excesso, pessoal em número insuficiente, poucas salas, recreios pequenos ou inexistentes, carga de incêndio desnecessária e edifícios com deficientes condições de evacuação foram alguns dos problemas que a Pro Teste encontrou num estudo que realizou em creches e/ou jardins de infância da Grande Lisboa (15) e do Grande Porto (10).
Em simultâneo, a Pro Teste distribuiu um inquérito aos pais das crianças dos estabelecimentos que visitou, de modo a avaliar a sua percepção, experiência e satisfação sobre o relacionamento com o pessoal, o funcionamento e as instalações. O seu descontentamento diz sobretudo respeito ao excessivo número de crianças por sala, à pequena dimensão do recreio e à pouca variedade de equipamento didáctico disponível.
Nos dias que correm, deixar os filhos na creche ou num jardim de infância é, para a grande maioria dos pais ou encarregados de educação, uma necessidade. Devido à estrutura cada vez mais pequena da família (os avós já não vivem com os filhos e os netos) e pelo facto de as mulheres, em grande parte, trabalharem fora de casa, estes estabelecimentos são, nas sociedades contemporâneas, unidades fundamentais de apoio. Embora nas últimas décadas se tenham expandido, ainda não são suficientes por todo o país. Resta, porém, saber se as condições, tanto ao nível de segurança e de serviço, são as necessárias.
Em 1993, aquela revista de defesa do consumidor já tinha realizado um estudo sobre o mesmo tema e os resultados tinham sido preocupantes. No presente estudo, registou-se apenas uma ligeira melhoria ao nível da segurança (uma vez que houve um jardim de infância que obteve "bom" neste aspecto). Ou seja, passaram-se entretanto oito anos, mas as creches e jardins de infância em Portugal continuam a necessitar de grandes mudanças para que se tornem locais onde as crianças cresçam saudavelmente e em segurança.
Perante estes resultados, segundo a Pro Teste, existem algumas medidas que têm de ser tomadas, nomeadamente ao nível legislativo. A legislação (de 1997) para a segurança dos espaços exteriores, por exemplo, continua a não ser aplicada. Ao contrário do que acontece nos jardins de infância, nas creches, com legislação de 1989, e só aplicável aos estabelecimentos com fins lucrativos, não é obrigatória a existência de um espaço exterior (recreio).
Na verdade, a legislação das creches tem omissões e exigências que não defendem devidamente as crianças. Por que razão um jardim de infância deve funcionar ao nível do piso térreo, mas é permitido que uma creche funcione num 2.º andar?
A confusão ao nível tutelar continua. As creches e os jardins de infância dependem do Ministério do Trabalho e da Solidariedade ou das autarquias, mas os segundos podem também depender do Ministério da Educação. O que acontece numa inspecção? O inspector do Ministério da Educação só inspecciona as salas do jardim de infância?
Tal como acontece para os jardins de infância, também as creches deveriam ser integradas no pré-escolar. Assim, terminar-se-ia com uma desigualdade perigosa (ao nível da tutela e dos requisitos de funcionamento e de segurança) e socialmente injusta.
É também necessário, ainda segundo a Pro Teste, que a fiscalização dos ministérios já referidos actue eficazmente a nível nacional e que se apliquem penalizações aos estabelecimentos que não cumprem o que está regulamentado e, por isso, comprometem o desenvolvimento saudável e em segurança de muitas crianças.
Os resultados deste estudo dão uma ideia aproximada do que poderá encontrar-se no resto do país. Não podemos, assim, ser tolerantes com a falta de segurança nem com o mau funcionamento dos locais onde as nossas crianças passam grande parte das suas vidas: é o seu futuro que está em causa.
Pouco mudou desde a última inspecção, realizada há dez anos. Até quando é que os responsáveis (Governo e proprietários destas instituições) vão continuar a permitir que as crianças passem horas, dias e anos a fio em locais sem condições de funcionamento ou de segurança mínimas?
O Parque ganhou o terceiro lugar do Business Plan Competition da Darden Business School
A venture commercializing new methods of diagnosing and treating the hypertension-the world's most prevalent disease-took home top honors in a recent Darden School business plan competition. Hypogen, Inc. co-founders Robin A. Felder, Ph.D., University of Virginia Professor of Pathology, and Aaron Hullman, a joint law and business graduate student, formed the winning team.
The competition, held in late April at The Darden School, included teams from the University's medical, engineering, law, and undergraduate business schools. All of the finalists were invited to participate in Darden's Progressive Incubator, which assists University of Virginia entrepreneurs in taking their first steps in developing business ideas into viable enterprises. Incubator participants are provided limited pre-launch resources-office space, Internet access, funding leads, and a summer stipend-to assist them in refining their ventures. The Incubator also provides informal guidance and mentoring by Darden faculty, alumni, and others. About a dozen venture teams are in the program currently, housed in facilities in downtown Charlottesville.
Professor Wendell Dunn, Director of UVA-Darden Partnerships for the school's Batten Institute, was impressed with the broad university participation, as well as the ventures. As for Hypogen, the winning venture, Dunn says it has high potential. "It represents the kind of technology we want in the Darden Progressive Incubator-serious and science-based," he says. Dunn calls Felder, Director of UVA's Medical Automation Research Center (MARC) and Professor of Pathology, "one of the most entrepreneurial inventors at the University."
Hypertension, or high blood pressure, affects more than 25 percent of the population, and is a leading cause of premature death. However, its exact causes are unknown. Although there are more than 70 medications on the market, only about 22 percent of people have their high blood pressure under control through existing drugs. "More than 42 million people could benefit from the improved diagnostics and medication being developed by Hypogen," Felder says.
"The problem with these existing antihypertensive therapies is that they do not address the underlying cause of hypertension," says Felder. "We believe that biotechnology offers a better approach." Aside from being more effective, Felder anticipates that genomics-based drugs will have fewer and less serious side effects.
Hypogen has filed patent applications covering not only the underlying gene polymorphisms believed to be responsible for hypertension, but also the research tools, diagnostic tests, and some therapeutic products. Patent applications are currently pending in over 22 countries.
The company will enter a lucrative field. The antihypertensive therapeutic market is one of the largest and most profitable segments in the pharmaceutical industry. Worldwide revenues from antihypertensive drugs totaled $35 billion in 2001. Datamonitor forecasts global antihypertensive drugs sales will grow at an annual rate of seven percent, to $52 billion by 2007. "The anti-hypertensive market is now entering a period of dramatic change, with a variety of leading brands facing patent expiration," Felder says. "There are great opportunities for Hypogen."
Felder began researching hypertension nearly 20 years ago because he wanted to address a problem that faced a large number of people. "I wanted to make a difference," he says. "I was also intrigued by the multifaceted nature of the disease."
Felder has conducted his research with Pedro A. Jose, M.D., Vice-Chair of Pediatrics and a Professor of Pediatrics and Physiology and Biophysics at Georgetown University Medical Center. Dr. Jose is also a co-founder of the company. Hypogen is the result of this partnership and collaboration between the two school's medical centers. Over the years, the research teams have received over $13 million of funding from the National Institutes of Health.
Felder has previously founded and managed other private ventures spun out from the University of Virginia. Prior to his involvement in Hypogen, he helped start a company that sells specimen management hardware and software and a diagnostic point-of-care informatics company. In addition, he serves on the scientific advisory boards of several privately held medical technology companies. Felder has 5 issued patents and 27 patent applications pending.
Realizing the medical potential of his hypertension research, Felder started thinking about business development in the spring of 2001. He met Aaron Hullman, a UVA joint MBA and JD degree candidate, through Darden alumnus Dean Johnson at a Darden sponsored Charlottesville Venture Network dinner. Hullman, who had been consulting for another medical device startup, brought Felder to Darden to meet professors and make a presentation to the Entrepreneurs Club.
A former environmental engineer, Hullman is a key part of the Hypogen management team. "Aaron brings an understanding not only of science, but the regulatory, transactional, and regulatory issues as well," Felder says. "He possesses amazing business acumen and ability to multitask." Hullman prepared Hypogen's business plan and formulated the company's patent and licensing strategy. He drew upon his Darden and Law School education to draw up Hypogen's organization and legal documents. (Hullman also helped prepare the business plan for another venture that is developing a mechanical leech and which took fourth place in the competition.)
Felder and Hullman say entering the Business Plan Competition benefited the company in many ways. "We had a strategy, but the competition gave us a deadline for developing our business plan and the opportunity for feedback and validation from Darden professors and competition judges," Felder says. It also provided an opportunity for a "test run" for the business plan, which was obviously well received by the judges (Darden graduates Reenst Lesemann of Tall Oaks Capital and Doug Lebda of Lending Tree, Dr. Mark Cochran of NeuroVentures Fund, and William Gibson of the Albemarle Group).
Hypogen participated in the Darden Progressive Incubator this summer. The program provided funding for two Darden Second Year students to work on the venture. Cheryl Valentine developed a detailed marketing plan while Florentina Marinescu developed comprehensive financial models for the company. "The Incubator program gives us a great opportunity to leverage some early stage work," Felder says. "I'd like our venture to be a model for interaction between Darden and the rest of the University. Darden is a unique business resource which has been underutilized by the medical school community."
Like all medical ventures, Hypogen faces multiple risks as it moves ahead. "The scientific risk has been addressed," Felder says. "We've proven it works in the laboratory." The next significant hurdle is regulatory. Nonetheless, Hypogen plans to begin offering its diagnostic test to the public this fall under an FDA research exemption. The company will continue to work toward obtaining insurance reimbursement for the test as it seeks full FDA approval. Ultimately the company plans to use its proprietary research tools to develop new drugs to treat the disease. Felder estimates that the actual drug is still five to six years away.
In addition to Hypogen, the other business plan competition finalists included:
- OffGrounds, a student housing business run by Jason Bordainick (McIntire '02) and Trina Jones (MBA '01) which placed second and received a $4,000 prize;
- O parque, an educational, onsite daycare business operating in Portugal, started by Barbara Lancastre (MBA '02), which received $1,000 for third place; and
- Cottler Technologies, a medical device venture that is developing a mechanical leech, which placed fourth and received a $500 prize. The Cottler Technologies team includes founder and company president Patrick Cottler, Ph.D., a recent graduate of the UVA Biomedical Engineering Department; Thomas C. Skalak, Professor of Biomedical Engineering, University of Virginia; and Aaron Hullman.
All four of the finalists participated in the Darden Progressive Incubator. Robert L. Carraway, Faculty Director of the Progressive Incubator, says the participation of the two medical ventures, Hypogen and Cottler Technologies, is significant. "Robin Felder (of Hypogen) has a great track record, so his participation says something about the progress we're making in the university community."
But Carraway is impressed with all of the competition finalists, as well as the ventures already in the Incubator program. "They're all good, steady, viable businesses," he says. "Many are close to our goal for the Incubator program, which is to get them to the initial funding stage. Some of the companies that entered the spring competition could be making money by the fall. They're making wonderful progress."
Kathleen A. Bell (MBA '02) and Second Year student Ashley C. Nichols organized the business plan competition. LeClair Ryan, SunTrust Bank, and Williams Mullen sponsored the event.
Infantários, Uma vez lá dentro, em que devemos principalmente reparar?
Revista Bebe d’Hoje, Setembro 2001
É importante, sobretudo, que cumpra as normas de segurança e higiene, que não se observem elementos perigosos que possam provocar acidentes, que tenha luminosidade, espaços amplos e adequados a cada idade, e que exista um recreio, entre outros aspectos.
Também temos que avaliar a afectividade e cordialidade dos educadores; e é claro, que devem ter as habilitações profissionais necessárias. Aconselhamos os pais a observar as crianças e avaliar se se sentem felizes e se estão a sentir-se bem. Isso, é um sinal inconfundível de que estamos perante um bom centro.
Faça todas as perguntas que pense ser necessárias; é essencial que esteja a agir com segurança. Também não pode esquecer o aspecto educativo e os seus objectivos. Quando já se inscreveu a criança, pode combinar-se uma entrevista com os pais e educadores, para tratarem entre outros assuntos, de dar conhecimento das preferências da criança, os seus hábitos de comida e sono, bem como costumes. A escola deve seguir o seu ritmo.
Uma vez feita a escolha é bom que os pais confiem nos educadores e respeitem as suas pautas.
O que se deve desejar
Com a colaboração de Maria José, esteticista, Ana, maquetista, Beatriz, secretária e Madalena, farmacêutica - mães entrevistadas- elaborámos uma lista com os desejos mais frequentes das mães que levam os seus filhos para o infantário com menos de três anos.
Perto de casa. Logicamente, por questão de comodidade para pais e crianças, é um factor primordial. Também se confirma o mesmo, no estudo do “Instituto de la Mujer” com a certeza de que as mulheres com maior nível de educação e profissional, se preocupam mais com a qualidade do centro. Ainda que o trajecto se faça a pé ou de carro, o importante é explicar à criança para onde vai e que comece a reconhecer o caminho.
Horários ampliados. Segundo o estudo feito pelo “Instituto de la Mujer”, o desajustamento dos horários, causam problemas em 18 por cento das mulheres inquiridas. O desejável é que sejam o mais flexíveis possível.
Participação dos pais. Querem colaborar e assistir às actividades extra escolares. As reuniões periódicas com os educadores dão segurança aos pais. A ideia de estarem afastados das experiências dos seus filhos dentro dos centros é inadmissível nos dias de hoje. A escola deve fomentar a participação da família.
Incorporação progressiva. A maioria das crianças necessita que a sua integração se faça lentamente. Os choros e os transtornos no sono podem, esporadicamente surgir pelas alterações inerentes no seu dia a dia aquando à sua integração na escola.
O ideal é que no primeiro dia esteja só meia hora, com a sua mãe; e o tempo de estada vá aumentando progressivamente até completar o seu horário. É importante que deixem a criança levar e permanecer com a sua mascote ou o seu objecto de consolo. É muito importante uma atitude compreensiva nestas situações. Assim, as mães sentem-se mais seguras, controlam a ansiedade que lhes produz deixarem os seus filhos e transmitem-lhes mais tranquilidade.
Informações detalhadas. Uma garantia de que a atenção da criança é individualizada obtém-se com a apresentação de informações periódicas sobre a sua adaptação e maturação.
Estimulação atempada. Deve contar-se com os materiais e pessoal adequados para estimular todas as capacidades da criança.
O que deve exigir
As Normas Reguladoras das Condições de Instalação e Funcionamento das Creches com fins Lucrativos, são muito específicas quanto aos requisitos que se devem cumprir em complemento com as disposições constantes do artigo 43º. do Decreto-Lei nº.30/89, de 24 de Janeiro.
Pelo Despacho Normativo nº 99/89, são consideradas creches os estabelecimentos que acolham crianças em número igual ou superior a cinco. A respeito do primeiro ciclo de educação infantil, e no que estabelece o referido Decreto-Lei, passamos a mencionar os aspectos que nos parecem mais importantes:
- Espaço adequado. As instalações das creches devem compreender, nomeadamente, os seguintes compartimentos e espaços, de harmonia com os requisitos definidos: berçários, salas de actividades, copa de leites, cozinha, sala de refeições, instalações sanitárias, gabinetes.
A sala dos berços destina-se aos tempos de repouso, com a área mínima de 2 m2 por criança.
As salas de actividades destinam-se ao desenvolvimento de actividades lúdicas e pedagógicas e devem ter também uma área mínima de 2 m2 por criança.
As instalações das creches, deverão ter ainda um “Espaço para isolamento” destinado às crianças que adoecem subitamente no estabelecimento, como precaução de possíveis contágios, e que deverá situar-se próximo do gabinete do pessoal.
É também indispensável que possuam uma área exterior para actividades ao ar livre, que deve conter zonas de interesse para as crianças, nomeadamente relvados, areia e água. Se esta área não existir, pode ser suprida pela utilização de um recinto público situado na proximidade do estabelecimento, desde que possa ser utilizada pelas crianças com segurança.
- Número de alunos. Cada aula deve contar como máximo com 8 meninos, na unidade de 0 a 1 ano; 10 na unidade de 1 a 2 anos e 15 na unidade de 2 a 3 anos; o número mínimo de unidade não deverá ser inferior a 3.
- Quantas crianças por educador? Um educador de infância afecto a cada grupo de crianças a partir da aquisição da marcha e um elemento auxiliar de pessoal técnico por cada grupo de 10 crianças.
- Instalações sanitárias. As instalações sanitárias devem ser constituídas por:
- Um espaço equipado com uma bancada com tampo almofadado, arrumos para produtos de higiene, prateleiras ou gavetas para roupas de muda; base de chuveiro com o fundo a 0,4cm do chão e um chuveiro manual com misturador de água corrente quente e fria; vidoir com grelha, fluxómetro e torneira de água fria e zona de bacios e local para a sua arrumação.
- Um compartimento com lavatórios e sanitas de tamanho infantil, na proporção de um lavatório para cada grupo de sete crianças e uma sanita para cada grupo de cinco crianças.
- Menores de um ano. Deverá existir a “copa de leites”, destinada exclusivamente à preparação de biberões e papas, que deverá estar equipada com uma bancada de trabalho, lava-loiças, frigorífico, fogão eléctrico e esterilizador de biberões.
- Equipamentos. As diferentes salas deverão estar equipadas, qualitativa e quantitativamente, com material necessário à estimulação do desenvolvimento das crianças, de acordo com a sua fase evolutiva.
- Alimentação. Deve ser variada, bem confeccionada e adequada qualitativa e quantitativamente à idade das crianças. As ementas devem ser afixadas semanalmente num local bem visível do estabelecimento, por forma a serem consultadas pelos pais ou responsáveis das crianças. A existência de dietas terá lugar em caso de prescrição médica.
- Protecção e segurança. As instalações devem ser equipadas com um sistema eficaz e seguro de arejamento permanente e as salas das crianças devem dispor de aquecimento regulável e que não liberte gases tóxicos. Todo o sistema eléctrico deve estar protegido ou fora do alcance das crianças. O aquecimento de águas deve, de preferência, ser feito através de um sistema central de distribuição e, nos casos em que tal não seja possível, deverão ser utilizados termoacumuladores.
Bagão Félix pensa em subsídios para creches
Expresso, 14 de Setembro de 2002
Eis um ministro que não foge de dar a cara pelas suas politicas, aposta no esclarecimento e apresenta trabalho como poucos. Esta semana, lembrou que meio milhão de portugueses não trabalham diariamente por faltas injustificadas ou baixas, ao mesmo tempo que 300 mil procuram emprego. Para sustentar a urgência do combate ao absentismo e a necessidade de alterar a legislação laboral. E propor que as economias ganhas ao absentismo laboral sejam aplicadas na melhoria da rede de creches e ensino pré-escolar. É cada vez maior o contraste entre qualidade e coerência do seu desempenho com os sarilhos em se deixaram embrulhar os dois outros ministros do CDS.
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